Exposição alimentar à arsênico 

23 de maio de 2019

Exposição alimentar à arsênico 

  • Com o uso de formulas (“leites”) de arroz, se discute a questão da exposição alimentar à arsênico.

 

  • Arsênico está presente no solo, rochas e água. Alguns países tem maior concentração, incluindo Chile, argentina, Bangladesh, dentre outros. Principais exposições: água (maior exposição), arroz, cogumelos comestíveis. Se acumula na pele, faneros, leucócitos.

 

  • Toxicidade em níveis muito variados. Crianças são mais sucetíveis, por ter menor massa corpórea, sobretudo lactentes. Não existe margem de exposição segura, estudos mostram ampla gama de valores quanto a dose máxima permitida segura.

 

  • Exposição crônica: fraqueza, Prostração, dores musculares, doença do pré-preto, manifestações gastrointestinais, manifestações neurológicas.

 

  • Regulamentação brasileira: conteudo de arsênico não pode passar de 0,3 mg/kg de arroz, 10 mcg/L de agua. Não distingue orgânico x inorgânico na lei brasileira (inorgânico é o mais perigoso).

 

  •  Arroz integral tem maior concentração de arsênico que arroz polido, até 9 vezes mais.
  • Se o alimento tem  mais do que 85% de arroz na composição: alto teor de arsênico.

 

  • Em alimentos de pacientes celiacos: alto teor de arsênico em cereais matinais e macarrão.

 

  • Já foram avaliados métodos de retirar completamente arsênico de alimentos, porém há retirada também de potássio, cobre e zinco.